domingo, 27 de abril de 2008

Sonetando o amor



O amor é poesia que embalsama o ar

É chama que reacende a luz do despertar

É aroma e cor que atrai a linda borboleta

Que inspira ao poeta a chama que soneta



É carta de alforria que vem libertar

É aragem leve e tênue a esvoejar

É beija-flor surpresa que arranca suspiros

Lembranças melancólicas, ânsias, gemidos



É como aquela planta daquele jardim

Que impregna o quarteirão com cheiro de jasmim

É como uma melodia, sai da inspiração



Uma letra sonetada, gera uma canção

Erupção da alma do compositor

Que a toda brida escreve sonetando o Amor

Um comentário:

Cristina disse...

Faltava esta peça na blogosfera!
Osvaldo Honor, quem diria?
Chegou espalhando lavas pra todo lado
e sai de baixo,
que está ativo!

Não sobrará pedra sobre pedra; o chão vai tremer!
Bem que desconfiei desses tremores aqui pelo sudeste.

Que blog bonito, camarada.
Surpresa mesmo mas muito feliz.